sábado, 25 de abril de 2009



"Você me provoca,você me pertuba.joga agua e sai correndo. atira a pedra e me acerta deraspão. me espia no escuro e mostra a lingua. me xinga.me atiça. invade o meu sossego. meu refugio. pisa no meu ninho com os sapatos sujos. na minha toca. sem saber o meu tamanho, até onde vai meu bote, você me provoca achando que não há perigo. sem conhecer a força da minha mordida. o tamanho dos caninos. você me provoca,sem esperar a picada. sem saber que ainda não inventaram antídoto pro meu tipo de veneno. "

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