domingo, 18 de julho de 2010
"Quando eu faço uma amiga feliz com alguma ironia barata. Tudo é você. Quando eu coloco um brinco pequeno ao invés de um grande. Ou quando eu fico em casa feliz com as minhas coisinhas. Tudo é você. Eu sou mais você do que fui qualquer homem que passou pela minha vida. E eu sempre amei infinitamente mais a sua companhia do que qualquer companhia do mundo, mesmo eu nunca tendo demonstrado isso."
terça-feira, 6 de julho de 2010
Essa carta nunca vai chegar até você, friend.
Não sei se você se importa...acho que não, mas depois de te falar essas coisas, eu também não vou me importar com a situação. É que eu preciso por um ponto nesse sentimento de perda que estou sentindo.
O que eu perdi? Perdi nós dois. Não sei se você percebeu, mas o nosso conceito de "nós" mudou muito esses tempos... Sinto uma falta extrema dos seus cuidados. Não vou ficar remoendo coisas...Você tem boa memória e sabe do que estou falando, do que sua amizade representa(va) para mim. Mas sabe, há limites na vida, e eu cheguei no meu. Exaustão, decepção, amadurecimento, uma mistura de tudo...Percebi coisas agora que pareciam adormecidas...
Eu sempre fiz o que estava ao meu alcance para que nossa amizade ficasse intacta, ou durasse, ou sobrevivesse e reconhecer todo esse esforço foi o que me fez vir aqui e dar meu grito final. "grito", porque é o que as pessoas fazem quando estão com medo e"final" é quando elas vêem que isso não é mais necessário e está na hora de crescer. Então, eu grito: "Faça o que quiser!". Não eu eu seja indiferente, mas tenho me amado de uma forma que tenho quisto meus bem-estar, e para isso um dos passos é priorizar pelo que sofrer, pelo que sentir saudades...e decidi (não sem dor) que sofrer por um "nós" que não existe mais, deve acabar em mim...
É isso, minha consciência fica tranquila, aliás, mais tranquila ainda, porque sei dos meus valores e sei que fui uma amiga que pouquíssimos seres humanos mereciam ter.
Com a habitual ternura de amiga...
Luise.
O que eu perdi? Perdi nós dois. Não sei se você percebeu, mas o nosso conceito de "nós" mudou muito esses tempos... Sinto uma falta extrema dos seus cuidados. Não vou ficar remoendo coisas...Você tem boa memória e sabe do que estou falando, do que sua amizade representa(va) para mim. Mas sabe, há limites na vida, e eu cheguei no meu. Exaustão, decepção, amadurecimento, uma mistura de tudo...Percebi coisas agora que pareciam adormecidas...
Eu sempre fiz o que estava ao meu alcance para que nossa amizade ficasse intacta, ou durasse, ou sobrevivesse e reconhecer todo esse esforço foi o que me fez vir aqui e dar meu grito final. "grito", porque é o que as pessoas fazem quando estão com medo e"final" é quando elas vêem que isso não é mais necessário e está na hora de crescer. Então, eu grito: "Faça o que quiser!". Não eu eu seja indiferente, mas tenho me amado de uma forma que tenho quisto meus bem-estar, e para isso um dos passos é priorizar pelo que sofrer, pelo que sentir saudades...e decidi (não sem dor) que sofrer por um "nós" que não existe mais, deve acabar em mim...
É isso, minha consciência fica tranquila, aliás, mais tranquila ainda, porque sei dos meus valores e sei que fui uma amiga que pouquíssimos seres humanos mereciam ter.
Com a habitual ternura de amiga...
Luise.
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